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segunda-feira, 2 de maio de 2016

Mão de obra, insumos e máquinas representam 70% dos gastos dos produtores de maçã do Brasil

Publicado por Assessoria de Comunicação CNA em 29/04/2016

 

Os custos de produção da maçã foram tema do Dia de Mercado, realizado pela CNA e FAESC e ABPM, nesta sexta-feira (29/04), em Fraiburgo, Santa Catarina




Cento e cinquenta produtores rurais da região Sul participaram do Dia de Mercado da Maçã, nesta sexta-feira (29/04), em Fraiburgo, Santa Catarina. Com olhares atentos e caneta em mãos, os pomicultores anotaram todas as informações das palestras do evento realizado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC) e Associação Brasileira dos Produtores de Maçã (ABPM).


Fabrício Andrade

Segundo o representante do Centro de Inteligência em Mercados da Universidade Federal de Lavras (UFLA), Fabrício Andrade, hoje, a mão de obra, insumos e máquinas representam 70% dos custos de produção de maçã no Brasil. “É preciso que vocês, produtores, estejam sempre procurando melhorar a eficiência na produção, mesmo em situações de lucro, pois os concorrentes internacionais estão fazendo isso”, reforçou durante sua palestra.

Outro professor da UFLA, Luiz Gonzaga, também deu o seu recado aos produtores: “É fundamental ter atenção e monitoramento da produção dos grandes players, como a China, que tem 54% da produção mundial de maçã e 59% do consumo mundial”.  Para Gonzaga, o Brasil é autossuficiente no consumo da fruta. “Produzimos 1,3 milhão de toneladas de maçã por ano. A China produz 43 milhões de toneladas e consome 39”.

A região Sul do Brasil é líder na produção de maçã, com 2.763 produtores somente em Santa Catarina. No total, o Brasil conta com mais de 4 mil pomicultores.

Abertura


Ao Centro: José Zeferino Pedrozo, Presidente da FAESC

O presidente da FAESC, José Zeferino Pedrozo, realizou a abertura oficial do Dia de Mercado, que faz parte do Projeto Campo Futuro, da CNA.  “O Projeto Campo Futuro desenvolve ações em prol da cadeia produtiva da maçã em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Nosso objetivo é levar informações de mercado aos produtores para que estejam atentos ao setor onde atuam”, disse.


Eduardo Brandão

Para o assessor técnico da Comissão Nacional de Fruticultura da CNA, Eduardo Brandão, a união dos produtores é fundamental para o desenvolvimento da cadeia. “A organização do setor produtivo da maçã tem facilitado o crescimento de demandas da CNA na defesa dos interesses da cadeia”, elogiou.

Na mesa de abertura do evento também estavam presentes o presidente da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), Luiz Roberto Barcellos; o presidente da ABPM, Pierre Nicolas Péres; o prefeito de Fraiburgo, Ivo Biazzolo; e o deputado estadual e presidente de Agricultura da Assembléia Legislativa de Santa Catarina, Natalino Lazzari.

Projeto - O Campo Futuro é um projeto realizado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) em parceria com universidades e centros de pesquisa, além das Federações de Agricultura e Pecuária dos Estados. O projeto alia a capacitação do produtor rural à geração de informação para a administração de custos, de riscos de preços e gerenciamento da produção.

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