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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Cera das Maçãs da Turma da Mônica não é prejudicial à saúde, esclarece empresa responsável pelo produto

Polêmica nas redes sociais questionou o uso da cera, que na verdade é natural e inofensiva


Populares especialmente entre as crianças, as Maçãs da Turma da Mônica, produzidas pelo Grupo Fischer, viraram alvo de uma polêmica nas redes sociais. Na última quarta (10), uma internauta indignada postou um vídeo em que uma mulher aparece raspando a casca das frutas com uma faca, para mostrar que estão recobertas por uma espécie de cera, o que, ela acredita, seria prejudicial à saúde.
O boato se espalhou rapidamente e, nos últimos seis dias, o vídeo foi compartilhado por 62.795 usuários no Facebook. Como consequência da viralização das imagens, Arival Pioli, diretor do Grupo Fischer, relata que, desde o mesmo dia 10, “cerca de 280 consumidores” procuraram o SAC da empresa, tanto via telefone quanto via email, para pedir explicações oficiais.
Em todos os casos, o Grupo Fischer respondeu esclarecendo que o produto não leva qualquer tipo de cera artificial em sua composição, e que não há motivos para preocupação.
— A cera que há na Maçã da Turma da Mônica é uma cera natural, produzida pela natureza mesmo. Da mesma forma que a maçã tem, algumas outras frutas e folhas também têm. É uma cera para proteção da própria fruta contra temperatura agressiva, sujeira, poeira e excesso de água.
Pioli acrescenta que nem o Grupo Fischer, nem qualquer outro produtor brasileiro, usa ceras artificiais em suas maçãs. Isso porque as frutas plantadas aqui são incompatíveis com a cera de carnaúba, um produto comestível que pode ser usado para dar uma aparência mais brilhante aos alimentos.
No site Reclame Aqui, onde foram feitas duas postagens solicitando respostas da empresa, o Grupo Fischer também postou um comunicado oficial, em que garante seguir normas de certificação exigentes, tanto no campo quanto no armazenamento e processamento das frutas.
A internauta que postou originalmente o vídeo em sua página no Facebook foi procurada pela reportagem do R7 na tarde desta terça (16) para comentar o assunto, mas não retornou o contato.

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